Home » Aluguel residencial desacelera e sobe 0,30% em fevereiro

Aluguel residencial desacelera e sobe 0,30% em fevereiro

por admin
0 comentários
aluguel-residencial-desacelera-e-sobe-0,30%-em-fevereiro

Levantamento do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) calculado pela FGV mostra uma alta menor do que em janeiro

Maior avanço de preços foi em Belo Horizonte, com alta de 0,97%

O preço dos aluguéis residenciais aumentaram 0,30% no mês de fevereiro, após uma leve alta de 0,65% em janeiro, segundo dados do Índice de Variação de Aluguéis“>Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR). O indicador calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre) foi divulgado nesta quinta-feira (5).

Com o resultado, o IVAR acumula uma alta de 4,05% nos últimos 12 meses, e 0,94% no ano. Entre janeiro e fevereiro de 2026, o índice registrou uma alta mensal em todas as capitais pesquisadas, mas com desaceleração em São Paulo e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

  • Desemprego fecha em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro“>Desemprego fecha em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro
  • Quinto dia útil de março: quando é o pagamento neste mês?“>Quinto dia útil de março: quando é o pagamento neste mês?

O maior avanço de preços foi em Belo Horizonte“>maior avanço de preços foi em Belo Horizonte, com alta de 0,97%. No Rio de Janeiro os aluguéis subiram, em média, 0,63%. Pelo lado das capitais que desaceleraram, São Paulo teve uma perda de ritmo, passando de 0,63% em janeiro para 0,03% em fevereiro. Em Porto Alegre, a alta foi de 0,19%.

Segundo o economista Matheus Dias, do FGV-Ibre, os números estáveis nas capitais não refletem, necessariamente, uma queda na demanda por imóveis para locação, mas indicam um mercado com maior normalização de preços após um período de forte alta.

“Mesmo em mercados aquecidos os preços elevados não se mantêm descolados por muito tempo do preço em que o consumidor está disposto a pagar. Com isso, temos que o comportamento esperado para os aluguéis em 2026 é de menor volatilidade nas taxas mensais, mas sem indicativo de queda em 12 meses”, disse.

Bruno Nogueira

Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.

você pode gostar