Sister contou ao mineiro sobre sua briga com Jordana e foi aconselhada por ele
Chaiany e Breno conversam no BBB 26
Após discutir com
“A Jordana estava acabando comigo. Acabando. Tipo, a mesma historinha da Casa de Vidro, que eu já contei tudo. Ela estava falando ‘porque eu li o jogo dela todo, que ela fica fazendo VT, isso é VT de vitimismo’… Aí ela começou a chorar, colocou a mão assim ‘tô chorando é de raiva’”, contou Chaiany.
Breno questionou a sister sobre o motivo dela ainda insistir no assunto e se algo teria acontecido durante a Festa do Líder. Chaiany respondeu que ficou apenas com dó de Jordana e que tentou ajudá-la no momento da comemoração do retorno dos brothers do paredão falso.
Em seguida, Chaiany revelou ter escutado Cowboy pedir para Jordana se vitimizar, dizendo que o Brasil compraria a narrativa. Segundo a sister, Alberto disse que leu o jogo dela e que a advogada deveria replicá-lo para conquistar o público.
“É, aí assim, as histórias tem coisas boas e ruins. E você tem tudo isso na sua vida. E não tem como você fingir que não viveu algumas coisas, porque essas coisas fizeram quem você é. Então não é vitimismo, é sua história”, disse Breno, na tentativa de explicar para Chaiany que não considera ela uma vítima.
Breno afirmou ainda que Jordana também conta a própria história, assim como a goiana. De acordo com o brother, a advogada julga Chaiany de maneira equivocada, porque também fala sobre a própria vida.
Ao fim da conversa, Breno aconselhou Chaiany sobre seus embates na casa. “É isso, é manter seu jogo, seu coração, é sua história, sua vida. O que os outros vão falar, deixa o público julgar. Não é ela que vai definir até onde é história, até onde é vitimismo. E porque ela tem o direito de contar toda a história dela, e você não tem o direito de contar toda sua história? E hoje é Líder, focar na prova”, disse.
Maria Luíza Mendes é estagiária do portal Itatiaia e estudante de jornalismo na PUC Minas. Apaixonada por esportes e entretenimento, Maria possui experiência anteriores em outros portais online e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.




