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Quem são e o que fazem as cinco mulheres mais ricas do Brasil

por admin
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Dos 3,4 mil bilionários que fazem parte da lista da Forbes, apenas 11 são mulheres brasileiras

Brasileira Luana Lopes Lara é a bilionária mais jovem do mundo que construiu a própria fortuna

A revista americana Forbes divulgou, nesta terça-feira (10), a lista atualizada das pessoas mais ricas do mundo“>pessoas mais ricas do mundo. Ao todo, o ranking inclui 3,4 mil bilionários, sendo que desse grupo apenas 481 são mulheres, e 11 brasileiras.

A lista global é liderada por Alice Walton“>lista global é liderada por Alice Walton, que ocupa a 14ª posição no ranking que inclui homens, com uma fortuna avaliada em US$ 131,6 bilhões (R$ 679,31 bilhões). Alice é a única filha de Sam Walton, fundador do Walmart. Aos 76 anos, ela dedicou sua vida à curadoria de arte e a filantropia, em vez de fazer parte do conselho da empresa.

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Em relação às bilionárias brasileiras, a primeira da lista é Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, bisneta do fundador do Itaú, o maior banco privado da América Latina. Aos 52 anos, sua fortuna é avaliada em US$ 2,4 bilhões (R$ 12,39 bilhões). No ranking global, a empresária aparece na 1757ª posição.

As cinco mulheres mais ricas do Brasil

1. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela

Com 52 anos, Barretto Villela possui uma fortuna de US$ 2,4 bilhões (R$ 12,39 bilhões). Natural de São Paulo, a empresária é membro de uma das famílias mais tradicionais do setor bancário, bisneta do fundador do Itaú, a maior instituição financeira privada da América Latina.

Ela é a maior acionista pessoa física do Itaúsa, a holding do banco, e é vice-presidente do conselho de administração. Seu avô fundou a Duratex, uma das maiores empresas fabricantes de painéis de madeira e acessórios para banheiro com ações negociadas em bolsa.

2. Cristina Junqueira

Com 43 anos, Cristina Junqueira é a segunda mulher mais rica do Brasil, com uma fortuna de US$ 1,9 bilhão (R$ 9,81 bilhões). Ela é cofundadora do Nubank e dona de 3% do banco digital. Natural de São Paulo, na lista global de bilionários ela aparece na 2177ª posição.

Antes do Nubank, Junqueira liderou a divisão de cartão de crédito do Itaú, até que largou o emprego para fundar a fintech junto com David Vélez e Edward Wible. Ela se tornou bilionária quando a holding do banco abriu capital na Bolsa de Nova York, em 2021.

3. Mariana Voigt e família

Aos 40 anos, Mariana Voigt possui uma fortuna estimada em US$ 1,6 bilhão (R$ 8,26 bilhões), segundo a lista da Forbes. Ela é uma das principais acionistas da WEG, fabricante de motores elétricos, co-fundada pelo avô Ricardo Voigt. Contudo, ela não possui cargo executivo na empresa.

Suas primas Lívia Voigt, de 21 anos, e Dora Voigt, de 28, também aparecem na lista com uma fortuna de US$ 1,2 bilhão cada (R$ 6,19 bilhões). Elas também não possuem cadeira no conselho ou qualquer posição executiva na empresa.

4. Neide Helena de Moraes

Herdeira do Grupo Votorantim, Neide Helena de Moraes, 71 anos, possui uma fortuna de US$ 1,4 bilhão (R$ 7,23 bilhões). A empresa atua em mais de 20 países nos setores de alumínio, celulose e papel, energia e cimento.

Ela é neta de José Ermírio de Moraes, fundador da Votorantim em 1918. Após a morte do seu pai, em 2001, Neide Helena herdou uma participação de 8% na empresa. Seus dois irmãos, José Ermírio Neto e José Roberto Ermírio, também herdaram do pai as participações na companhia.

5. Luana Lopes Lara

A mais jovem bilionária que construiu sua própria fortuna, Luana Lopes Lara é cofundadora e diretora de operações (COO) da plataforma de mercado de previsões Kalshi. Aos 29 anos, ela possui uma riqueza avaliada em US$ 1,3 bilhão (R$ 6,71 bilhões).

A Kalshi permite que os usuários apostem em tudo, desde resultados de jogos esportivos e eleições políticas até premiações do entretenimento e muito mais. A empresa atingiu uma avaliação de US$ 11 bilhões em dezembro de 2025, após uma rodada de financiamento de US$ 1 bilhão.

Bruno Nogueira

Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.

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