Índice
Governo de Minas utiliza Parcerias Público-Privadas para gerir infraestruturas e serviços
A PPP do Mineirão foi firmada em 2010 com a concessionária Minas Arena
A carteira atual de
Os contratos abrangem áreas estratégicas, como rodovias (MG-050, BR-135, Rodoanel e lotes regionais), mobilidade urbana (Metrô da Região Metropolitana de Belo Horizonte, terminais metropolitanos e aeroportos) e serviços ao cidadão, como as Unidades de Atendimento Integrado (UAI). Também há iniciativas nos setores prisional, esportivo, turístico e ambiental, incluindo o Complexo Penal, o Mineirão, parques estaduais e a Rota das Grutas Peter Lund. O cenário reforça o uso das PPP’s como instrumento para ampliar investimentos e melhorar a prestação de serviços públicos.
Aeroporto Regional da Zona da Mata
Localizado entre os municípios de Goianá e Rio Novo, o aeroporto é o primeiro de Minas Gerais administrado por meio de PPP. Trata-se de uma
A parceria tem como foco a exploração dos serviços aeroportuários e a gestão de cargas. O terminal possui autorização da Receita Federal para operar como recinto alfandegado, o que agiliza o trâmite de mercadorias, com capacidade para movimentar até 220 toneladas por dia. O desempenho do contrato é monitorado pelo Estado, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra).
Mineirão (Estádio Governador Magalhães Pinto)
A PPP do Mineirão foi firmada em 2010 com a concessionária Minas Arena, com o objetivo inicial de modernizar o estádio para a Copa do Mundo de 2014. Estruturada como concessão administrativa com vigência de 27 anos, a parceria incluiu obras de reforma e adequação, seguidas da operação e manutenção do complexo.
A concessionária é responsável por segurança, controle de acesso e promoção de eventos esportivos e culturais. A remuneração está vinculada ao cumprimento de indicadores de desempenho e padrões de qualidade, sob fiscalização do Estado.
Gestão de Resíduos Sólidos
O projeto prevê a gestão de resíduos sólidos em 44 municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte e do Colar Metropolitano. Firmado em 2014 como concessão administrativa, com prazo de 30 anos, o contrato encontra-se atualmente suspenso.
Embora a responsabilidade pela limpeza urbana seja municipal, o Estado atua na contratação dos serviços de transbordo, tratamento e destinação final dos resíduos, enquanto os municípios permanecem responsáveis pela coleta domiciliar. O modelo também prevê a implantação da coleta seletiva, com a inclusão de cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis.
Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), atualmente mestranda em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já atuou na Band Minas e na TV Alterosa.
Receba conteúdos exclusivos do Eloos
Uma newsletter quinzenal com conteúdos exclusivos sobre a economia de Minas Gerais e os caminhos para o desenvolvimento do estado.
Carregando…




